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Ruído Branco – EP nas plataformas digitais.

13.mar

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Disponível nas plataformas digitais a partir de hoje, 10 de março de 2017, uma semana antes do previsto, o EP Ruído branco –  Poesias musicadas (Armazém / Sony Music), de Ana Carolina, tem sutilezas, mas confirma as impressões de quem já ouviu as quatro poesias musicadas no show Ruído branco, em turnê pelo Brasil desde janeiro. As quatro gravações de estúdio seguem, em essência, o formato dos números vistos no show baseado no primeiro livro da cantora, compositora, instrumentista e escritora mineira, também intitulado Ruído branco e lançado em dezembro de 2016 com poemas, pinturas e textos em prosa.
São do livro os quatro poemas que ganharam melodias (de Ana) e/ou sons. Faixa que abre o disco, A pele se desprende mais do show. De início, a voz grave da cantora parece mais declamar os versos do poema entre ruídos e efeitos sonoros. Aos poucos, A pele ganha os contornos de um rap de batida seca que embute sussurros. Já Velho piano – música de Ana que não deve ser confundida com a homônima composição de Dori Caymmi e Paulo César Pinheiro, lançada em disco em 1982 em gravações quase simultâneas de Dori e da cantora Elizeth Cardoso (1920 – 1990) – é a faixa do EP que mais se aproxima do padrão convencional da canção. Ainda assim, efeitos sonoros e até um toque dissonante do piano reiteram a boa intenção de Ana de fugir dos códigos da própria obra autoral neste projeto multimídia que já abarca livro, show, disco e clipes (o de A pele foi lançado hoje, simultaneamente com o EP). Nessa faixa, vale ressaltar, a artista toca todos os instrumentos e pilota as programações.
Poema verborrágico, Qual é? é a faixa menos bem resolvida do disco. O ponto fraco. Deixa a sensação de que falta melodia para tantas palavras – como, aliás, o número do show já havia sinalizado. Por fim, Som / Ruído branco resulta muito interessante no disco. É uma poesia declamada, e não musicada, mas os sons inseridos ao longo da faixa, em sintonia com os versos, revestem o poema de grande musicalidade. São sons de sanfona, oboé, fagote, apito e outro instrumentos citados ao longo dos versos da poeta de lírica passionalidade.
No geral, o EP Ruído branco – Poesias musicadas mostra que Ana Carolina está tentando mudar o disco. E, somente por isso, o bom EP já merece ser ouvido com generosa atenção. Que o EP seja o ponto de partida para álbum em que a artista vire o disco e a mesa, dando continuidade a um necessário processo de renovação da obra autoral. (Cotação: * * * 1/2)Mauro Ferreira – http://g1.globo.com/musica/blog/mauro-ferreira/post/bom-ep-de-ana-carolina-ecoa-efeitos-e-impressoes-do-show-ruido-branco.html

(Crédito da imagem: capa do EP Ruído branco – Poesias musicadas. Ana Carolina em foto de Nelson Faria)

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