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Ana Carolina em Montreux!

11.jul

MONTREUX – Antes de falar da bela noite brasileira no aniversário de 50 anos do Festival de Montreux, no último domingo, é preciso entender o clima em que ele foi gerado. Imagine um dos países mais limpos, civilizados e organizados do mundo, onde tudo funciona – dos transportes à sustentabilidade – e onde há mais nascentes de água da Europa, com fontes abundantes e potáveis em tudo que é quarteirão e uma gama de rios e lagos que competem para ver qual é o mais translúcido. Montreux, pertinho do sul da França, é uma cidade mágica, encantadora, bucólica e há 50 anos o festival de jazz ali fundado é seu grande evento anual, colocando-a no epicentro musical do verão europeu. É quando incorre ao local um mar de turistas ávidos pelos shows principais, mas também pelo emaranhado de atrações paralelas nos 15 dias de evento.

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Mais uma vez instigando a imaginação do leitor, convido-o a pensar num auditório imenso, com acústica perfeita, pista livre e cadeiras apenas no balcão, tendo nos arredores um generoso lounge para quem quiser assistir aos shows do lado de fora por um telão. E ainda no outro andar, uma caprichada lojinha de souvenires com mil e quinhentos badulaques trazendo o logotipo do festival. Quer uma bebida? Nada de garrafas, mas você ganha um copo decorado com grafismo alusivo à atual edição do festival e se quiser pode levar pra casa. Se não, devolve e recupera dois francos a mais na carteira no fim da noite.

Ainda no prédio e adjacências, os frequentadores podem se deixar clicar em deliciosas fotomontagens ao lado de seus ídolos do jazz por apenas dois francos suíços (cerca de R$7,50) – e levar a foto em papel para casa. Não resisti e fiz uma com “João Gilberto”. Você também pode ir em outra tenda e ganhar um carregador de bateria de celular (de bolso), caso tope assistir vídeos de três novos artistas e eleger o melhor para ocupar futuras edições do festival. Do lado de fora do prédio há uma rua de bares glamourosíssima com comidinhas deliciosas – um sanduíche com magret de pato e fois gras, por exemplo, é de comer de joelhos – e tendas com todo tipo de som, além de palcos alternativos com atrações “de grátis”, como o Nação Zumbi e Capoeira Gerais que passaram por lá nesta edição. Na madrugada, quem quisesse dançar depois do show brasileiro de domingo, o DJ Doca discotecava de “Porrada” dos Titãs a “O geguegê”, de Vanusa, na “Rock Cave”. Um escândalo. E tudo isso à beira do lago com um visual de tirar o fôlego.

GRANDES ENCONTROS NA NOITE BRASILEIRA

Após uma abertura animadíssima com a africana Angélique Kidjo era chegada a hora da esperada noite brasileira. O produtor Marco Mazzola, que desde o final dos anos 1970 vem promovendo um elo da MPB castiça com o mercado internacional, arregimentou oito grandes artistas brasileiros de várias fases e tendências para homenagear seu amigo Claude Nobs, o recém-falecido criador do festival, que como bom europeu documentava tudo – e seu patrimônio é hoje tombado pela UNESCO. Para tal, apresentou com seu jeito – um pouco sem jeito, é verdade, mas muito carinhoso – seus pupilos. Elba Ramalho e João Bosco, por exemplo, são dois recordistas em performances no festival. Já estiveram por lá pelo menos meia dúzia de vezes. Martinho da Vila, Ivan Lins e mais jovens como Ana Carolina e Maria Rita também já andaram por ali de duas a três vezes, bem como o bandolinista Hamilton de Hollanda. A única estreante da noite foi Vanessa da Mata.

Cada um dos oito apresentou quatro números e eventualmente alguns coletivos. O primeiro foi Hamilton de Hollanda, que brilhou com canções autorais e foi muito aplaudido com o clássico “Canto de Ossanha”, de Baden Powell e Vinicius de Moraes. Depois, Martinho da Vila entrou batucando em seu pandeiro uma versão gaiata do refrão de “Devagar, devagarinho” (“C’est lentement/ c`est lentement”) para também homenagear Claude Nobs. Depois engatou num pot-pourri de sucessos, incluindo “Quem é do mar não enjoa”, “Canta, canta minha gente”, “O pequeno burguês” e “Segure tudo”. Alguns casais ensaiaram uma dança de salão enquanto ele cantava “Mulheres”, desta vez já acompanhado por uma farta e competente banda de apoio, mesma que lhe deu suporte para transformar em apoteose o infalível sambão “Madalena do jucu”.

Muito bonita e bem vestida, Vanessa da Mata cantou alguns de seus maiores sucessos pop, como “Boa sorte”, “Não me deixe só” e “Ai, ai, ai, ai, ai”. A seguir, João Bosco evocou Chaplin – cuja última morada foi ali bem próxima do local do show, Vevey, com sua casa transformada em museu – e tocou com Hamilton de Hollanda uma versão de “O bêbado e a equilibrista” com introdução de “Smile”, de autoria do famoso intérprete de Carlitos. Recordou ainda a edição de 1983 do festival em que, ao lado de Ney Matogrosso e Caetano Veloso, entoaram a eterna “Aquarela do Brasil”, de Ary Barroso, com direito a coro da plateia.

A MAIS APLAUDIDA

Eis que chega Ana Carolina com seu carisma e seu público fiel – era nítido que muitos foram ali só para vê-la – e foi a mais aplaudida e ovacionada da noite. Com uma performance teatral, puxou coro e comandou a massa com quatro de seus maiores sucessos: “É isso aí”, “Quem de nós dois”, sua versão delicada de “Eu sei que vou te amar”, tema de abertura da recente novela “Em família”, da TV Globo, e “Garganta”, arrancando exaltados pedidos de bis. Depois cantou “Linha de passe” com João Bosco e o bandolim de Hamilton – músico, aliás, que deu canja em diversos momentos com vários artistas.

Maria Rita escolheu quatro sambas, incluindo o atualíssimo “É”, de Gonzaguinha, e pode hoje ser considerada a maior intérprete do compositor dentre os artistas da nova geração da MPB. Ivan Lins a sucedeu no palco, apresentado – acreditem – por Quincy Jones, presente no local. Nos bastidores foi tietado por Martinho da Vila, que pediu para fazer uma foto com ele, e tietou Elba Ramalho (!), dizendo-se seu grande admirador. Ivan, como se sabe, é depois de Tom Jobim o compositor brasileiro mais gravado no exterior e, de todos, foi talvez o que mais honrou a pegada jazzística original do festival. Em sua apresentação foi feliz em reviver “Novo tempo”, uma canção de 1980 ainda muito contemporânea, emparelhada com “A gente merece ser feliz”, um samba em parceria com Paulo César Pinheiro, que merecia ser mais conhecido do público. Ao final, chamou novamente Maria Rita para juntos homenagearem o sucesso de Elis Regina no festival de 1979, entoando em duo “Madalena”.

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Antes do grand finale, com todos no palco, Elba Ramalho, munida de um salto altíssimo e um belo vestido curto brilhante, desfilou seu eterno “De volta pro aconchego” e hits alheios de Alceu Valença (“Anunciação”), Clara Nunes (“Morena de Angola”) e Amelinha (“Frevo mulher”), sendo bastante aplaudida nesta última, quando o relógio já varava a madrugada de segunda-feira. O último número seria “Samba do avião”, de Tom Jobim, mas foi em cima da hora alterado para o hino da bossa nova “Chega de saudade”, também de Tom, mas com Vinicius. O elenco heterogêneo não se afinou muito na música devido às tonalidades tão diversas, mas esquentou quando Ana Carolina quebrou o protocolo e pegou uma bandeira do Brasil nas mãos de um rapaz da plateia e ao final fez uma selfie com João Bosco tendo o público atrás como pano de fundo, com adesão progressiva do restante do elenco que também se meteu atrás de seu celular, de improviso, esquentando um fim de festa que poderia correr o risco de ser morno.

Nos 50 anos de Montreux, a Suíça nos deu uma pequena mostra de civilidade com um festival magistralmente diverso e bem organizado, ainda que cada vez menos jazzístico e mais pop, e o Brasil por sua vez mostrou sua excelência em forma de música com o incrível elenco que Mazzola escolheu para esta celebração, resumindo para o mundo que ainda existe música com M maiúsculo em nosso país.

* Rodrigo Faour é jornalista, produtor e historiador de MPB

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/cultura/musica/analise-ana-carolina-levanta-plateia-em-noite-comemorativa-em-montreux-19687770#ixzz4E9pKHx00

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Ana Carolina apresenta o show “Grandes Sucessos”

07.jul

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Considerada uma das maiores intérpretes do Brasil, conhecida pela técnica impecável e potência de sua voz, a cantora e compositora Ana Carolina apresenta seu show “Grandes Sucessos”, com os principais hits de seus mais de 15 anos de carreira. No dia 16 de julho, Ana Carolina estará no palco do RioSampa, em Nova Iguaçu. No fim do mês, dia 29, cantora se apresenta no Centro de Convivência Padre Miguel, no Rio de Janeiro, e no dia seguinte (30), no Country Clube, em Nova Friburgo. Já em agosto, Ana segue para o SESI, em Duque de Caxias/RJ, no dia 27.

Ana volta ao Rio de Janeiro, acompanhada de um trio de grandes músicos – Edu Krieger, o percussionista Leonardo Reis e o DJ MiKael Mutti.

10 PORQUÊS — Vamos comemorar a nova turnê da Ana Carolina e do Seu Jorge

10.jun

Temos motivos para comemorar? Temos! Então lá vai, na primeira lista deTantos porquês do A mulher do piolho.

1.Porque é a comemoração dos 10 anos de lançamento de um trabalho definitivo para a carreira de dois dos artistas mais populares do país: Ana & Jorge (2005).

2.Porque Ana & Jorge representa uma série de símbolos do Brasil. Ele, artista negro ascendido das ruas. Ela, mulher declaradamente bissexual. Seu Jorge, então um artista de obra considerada mais sofisticada e com reconhecimento no exterior. Ana Carolina, então dona de recordes de vendas de discos no Brasil e uma das novas divas superpopulares do país.

3.Porque todos esses símbolos estiveram no roteiro do CD e do DVD que o Brasil ouviu (e ouviu muito) a partir daquele novembro de 2005. Um espetáculo com forte viés político, ainda que não fosse a intenção direta dos artistas. Com Seu Jorge, ouvimos “São Gonça”, “Problema social”, “Zé do Caroço” e “Brasis”. Com Ana Carolina, “Nega Marrenta”, “Notícias Populares”, “Brasil Corrupção” e “Só de Sacanagem”, texto histórico da escritora e atriz Elisa Lucinda, nos ensinando que apesar de não dar “pra mudar o começo, se a gente quiser, vai dar pra mudar o final”. Não era uma autoajuda, não. Era quase uma ordem para o progresso:

– Não importa, será este o meu carnaval!

4.Porque também teve recado para os preconceituosos, com o “Beat da Beata”, uma música que joga todo mundo na roda.

– Preconceito não tem vez!

E nos extras do DVD a Ana samba com mais um texto da Elisa Lucinda, “Alfredo é Gisele”.

– Quer dizer, tudo trocado e eles reclamando da menina!

5.Porque, além de talento e bom humor, a dupla tem química. O encontro foi tão forte, que quando as pessoas ouviam o disco, em 2005, elas confundiam a voz “dele” e“dela” — e isso é maravilhoso, afinal.

Certeza mesmo era a de que eles gritavam.

“Porque há o direito ao grito.

Então eu grito.” — Clarice Lispector

Tá certo, oras.

6.Porque eles são os donos da versão brasileira mais conhecida de The Blower’s Daughter, que virou o nosso É isso aí, uma dessas músicas que, como a cantora costuma dizer, “só não ouviu quem estava em coma”. Os apaixonados surtaram na psicose de não saber parar de olhar os amores.

E já que eles não podem mais deixar de cantar a música nos shows, como dizem, vale ouvir de novo:

7.Porque podem até dizer que não, mas esses dois no palco são uma banda completa. Ambos tocam violão, baixo e pandeiro. Seu Jorge toca clarinete. Ana Carolina toca guitarra. Vai que no próximo show eles aparecem tocando, sei lá… HARPA!

8.Porque Ana e Jorge são gente como a gente. Olha eles aí, há dez anos, na mesa de um boteco, mandando vários sambões clássicos.

9.Porque é um presente para os fãs da dupla (que não são poucos). Um pessoal bem, bem…

10.Porquê em 2005 o encontro só aconteceu em quatro apresentações e somente 8 mil pessoas puderam assistir o espetáculo. Foi um acontecimento. Alguém falou “ah, vamos filmar isso aqui, tá tão bacaninha”. Depois outra pessoa disse “ah, vamos lançar, vai que alguém quer ver esse negócio”. E deu no que deu!

Texto: A Mulher do Piolho/  https://amulherdopiolho.com.br/

Salve Jorge e Salve Ana: dupla se apresenta para os gaúchos no dia dos namorados.

01.jun

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Já se passaram dez anos do encontro desta dupla que reuniu seu talento musical em um encontro histórico. Agora, Ana Carolina e Seu Jorge refazem a parceria para uma tournê nacional, e Porto Alegre ganha apresentação especial no dia dos namorados. Eles se juntam aos produtores e DJs Mikael Mutti e CIA para um novo show que irá relembrar os melhores momentos do show Ana & Jorge de 2005, além dos maiores sucessos dos dois artistas e suas novas parcerias.

Mais uma vez (Nós dois)” é a canção chefe, assinada por Ana Carolina em parceria com Dudu Falcão, Gabriel Moura, Pretinho da Serrinha e Leandro Fab, e foi lançada simultaneamente pelas gravadoras Sony Music eUniversal Music, em uma parceira inédita no mercado fonográfico. O projeto dos show, concebido pelas produtoras dos artistas, Armazém (Ana Carolina) e Cafuné (Seu Jorge).

Ana & Jorge
O encontro de Ana Carolina e Seu Jorge aconteceu em um momento especial na carreira de ambos. Ana colhia frutos dos cinco anos de uma das carreiras mais bem sucedidas da Música Popular Brasileira, com vendas superiores a mais de 3 milhões de discos e Jorge, depois da consagração do filme “Cidade de Deus”, alçava voo em direção ao cinema internacional, mas sem abandonar a música, parceira sempre disposta a novos encontros. E foi em um desses encontros no Brasil, que Ele, chamado para se apresentar em um projeto especial no formato acústico, promovido por uma casa de shows em São Paulo, teve a ideia de convidar Ela para dividirem o palco e as canções

Dia: 12

Cidade: Porto Alegre

Local: Anfiteatro Beira Rio

Ingressos: a partir de R$ 50,00 (meia entrada) até R$ 480,00.

Le Brésil au Montreux

31.maio

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O festival de Jazz de Montreux completa 50 anos em 2016 e, para comemorar, vai pôr no palco um desfile de músicos brasileiros. Em 10 de julho, na pequena cidade aos pés dos Alpes, estarão Maria Rita, Ana Carolina, Elba Ramalho, Hamilton de Holanda, Ivan Lins, João Bosco, Martinho da Vila e Vanessa da Mata.
O evento, que abre suas portas em 1.º de julho, na Suíça, quer deixar claro que a música brasileira faz parte de sua história. Desde os anos 1970, astros como Gil, Tom Jobim e Caetano passaram pelos palcos de Montreux, que se tornou uma das principais vitrines da música brasileira na Europa.
No programa do jubileu, Montreux destaca que o festival “sempre foi pioneiro no que se refere ao espírito do Rio, dando enorme importância à música do Brasil”. “Ao longo dos anos, os maiores nomes da música brasileiras deram shows inesquecíveis em Montreux”, lembrou ainda o comunicado. Neste ano, a noite brasileira será dedicada a Claude Nobs, o fundador do evento. Para os organizadores, “o coração de Montreux foi sempre verde e amarelo”.

Ana Carolina no evento Veste Rio

12.maio

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No lounge da #fecormercio no @veste.rio, aconteceu o show da cantora @anacarolina para convidados vips. Fechando com chave de ouro o segundo dia do evento na Marina da Glória no Rio de Janeiro.

Ana e Jorge falam do reencontro no palco depois de 11 anos

10.maio

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“Mais uma vez nós dois e mais ninguém”! A dupla do momento, Ana Carolina e Seu Jorge, em meio a agenda cheia com a turnê, que tem rodado várias cidades do Brasil, participou de uma entrevista com a Revista Quem e falou de tudo e mais um pouco. Os tópicos foram diversos: sobre o reencontro dos dois no palco; o amadurecimento profissional e pessoal; a parceria e muito mais!

No estúdio, na casa da cantora, Ana e Jorge falaram sobre o reencontro de dez anos depois do último trabalho:

“‘Quando o encontro fez dez anos. Jorge veio me contar e tomei um susto. Não percebi o tempo passar. A vida é um cuspe. Começamos a conversar sobre fazer alguma coisa, e hoje, que nos juntamos, já se passaram 11 anos (risos)’, disse Ana.”

“‘Depois que fizemos em 2005, o público me perguntava se ía ter show, se não ía. Os nossos projetos íam acontecendo. E 11 anos se passaram. Ano passado nossa agenda não permitiu esse preparo de ensaios, divulgação… Foram só 8 mil pessoas que viram na época, agora muito mais gente terá acesso.’, disse Seu Jorge”.

Ainda comentaram sobre a mudança musical e pessoal ao decorrer dos 11 anos. Ana Carolina comentou que hoje ela sente o “timbre vocal está mais amadurecido“.

Já Seu Jorge falou da família e da intimidade com a parceira: “Minhas filhas cresceram, o que é um ensinamento muito grande. Fiz muita música, toquei com outras pessoas . Somos pessoas mais maduras, mas experimentadas, com muito mais intimidade hoje do que tínhamos naquele momento.”

Mais uma vez…

06.maio

Juntos na estrada

03.maio

Respire fundo com Ana Carolina

01.maio

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