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O Começo

2016

Ana & Jorge retornam aos palcos

Ana Carolina e Seu Jorge estão novamente juntos após mais de uma década desde que cruzaram seus caminhos artísticos pela primeira vez, em um projeto com apenas quatro apresentações ao vivo, mas que se transformou em um enorme sucesso, com um CD e um DVD que chegaram ao topo das paradas nacionais e se transformaram em um dos maiores recordistas de venda da música popular brasileira.

Agora, a parceria da dupla de cantores, compositores e instrumentistas se junta aos produtores e Dj Mikael Mutti e o músico Rodrigo Tavares em um novo projeto que passa por várias capitais de todo o país. O novo show irá relembrar os melhores momentos do show Ana & Jorge de 2005, além dos maiores sucessos dos dois artistas e novas parcerias.

Antes de colocarem os pés na estrada pelos quatro cantos do Brasil no início de abril, a dupla lançou nas rádios e lojas virtuais um novo single – “Mais uma vez (Nós dois)”. A canção, assinada por Ana Carolina em parceria com Dudu Falcão, Gabriel Moura, Pretinho da Serrinha e Leandro Fab, foi lançada simultaneamente pelas gravadoras Sony Music e Universal Music, em uma parceira inédita no mercado fonográfico. No site www.anaejorge.com, você poderá ouvir a canção “Mais uma vez (nós dois)”.

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2015

Um ano de muitas realizações!

Em Janeiro, Ana Carolina se apresentou no legendário Theatre Mogador, em Paris, a convite de Édouard Carmignac, em um show fechado (antes dela, apresentaram-se na mesma situação os Rolling Stones e Rod Stewart!). Monsieur Carmignac apaixonou-se pela voz inigualável de Ana durante uma estadia em Angra dos Reis.

Homenagem Rio 450

A artista foi uma das convidadas para homenagear os 450 anos da cidade do Rio de Janeiro junto a nomes como: Gilberto Gil, Caetano Veloso, Baby do Brasil, Jorge Ben Jor, entre outras tantas grandes estrelas da MPB. Ana interpretou “Partido Alto”, de Chico Buarque.

Jurada do Iluminados

Ana Carolina participou como jurada no quadro “Iluminados” do Programa Domingão do Faustão, da Rede Globo de televisão. Com a responsabilidade de ter que escolher entre tantas lindas vozes, Ana mesclou técnica e emoção (e um certo instinto maternal), ao ter que decidir o candidato final naquela fase  da competição. O encontro rendeu um convite à cantora Rosana Chayin para que se apresentasse em um de seus shows. Promessa foi cumprida no show de 21 de março, no Citibank Hall em São Paulo.

Lançamento DVD #AC

A artista passou por uma verdadeira maratona de entrevistas e participações em programas de TV, para o lançamento de seu mais recente trabalho fonográfico, CD e DVD “#AC”, gravado em outubro de 2014, no Citibank Hall de São Paulo. Foi possível assistí-la falando sobre seu trabalho em programas como: Carona (TV Integração), Revista da Cidade (com Leão Lobo – TV Gazeta), Altas Horas (Rede Globo), Papo Cultural (Rede Tv), Tudo pela Audiência(Multishow), Pop up (Canal YouTube – Play TV), Programa Amaury Jr (Rede TV),Programa A Máquina (com Fabrício Carpinejar – TV Gazeta), Programa Todo Seu(com Ronnie Von – TV Gazeta), Programa Metrópolis (TV Cultura), Programa Leitura Dinâmica (Rede TV) e Programa da Tarde (Quadro do Gugu Rocha – TV Record).

Em destaque, no registro de CD e DVD, estão as canções “Coisas” e a regravação de “Sangrando”, de Gonzaguinha. Acompanhado dos videoclipes, produzidos e dirigidos pela artista, com as seguintes canções: “Pole Dance“, “Libido“, “Resposta da Rita” (com participação de Chico Buarque), “Combustível“, “Leveza de Valsa” (com participação de Guinga) e “Um Sueño Bajo El Agua” (com participação de Chiara Civello).

Samba in Rio

Em Julho, Ana participou do festival “Samba in Rio” que aconteceu na Praça da Apoteose, no Rio de Janeiro, mostrando toda a versatilidade de ritmos, que já é sua marca registrada, ao lado de grandes nomes do samba como: Arlindo Cruz, Alcione, Beth Carvalho, Martinho da Vila, Neguinho da Beija Flor, entre muitos outros.

Exposição Outras Cores

No coração da Vila Madalena em São Paulo, Ana Carolina, em sua faceta artista plástica, inaugurou mais uma exposição de suas telas. “Outras Cores” trouxe novos trabalhos produzidos, ao longo de 2015, que ajudaram aos admiradores dessa artista completa à desvelar novas facetas de seu comportamento em outras formas de expressão.

“Estudei com Kate Van Scherpenberg e me dediquei totalmente. Ao longo do tempo, fui inventando minhas próprias técnicas. Com a ajuda de marceneiros, criamos rolos de mão com tamanhos diferenciados, tábuas com ranhuras específicas para interferências, fui descobrindo tecidos para efeitos, vários tipos de colas, sprays, carvão, pigmentos, betume e outros artefatos. Atualmente pinto com as lonas no chão, vivo sobre as telas durante dias e dias e é muito salutar, é quase um modo de vida. Removi todos os móveis da minha sala, coloquei lonas em todos os lugares, passo dias ouvindo música e pintando. Dessa forma me sinto mais viva, me relacionando com um outro tipo de arte, com uma nova maneira de me comunicar .”

Ainda em 2015 Ana Carolina participou da gravação da Coletânea Póstuma “Presente”, de Gonzaguinha, em homenagem ao artista que completaria 70 anos em 22 de setembro de 2015. O trabalho primoroso de masterização criou duetos de Gonzaguinha com diversos artistas. À Ana Carolina foi dada a incumbência de gravar “Não dá mais pra segurar (Explode Coração)”. A versão ficou lindíssima!

Destaque Internacional

Em destaque como artista internacional  estampou o caderno “Arts & Entertainment” do “The Wall Street Journal” ilustrando matéria sobre o Festival Lusófono, promovido pelo World Music Institute, onde Ana Carolina participou como representante dos artistas de Países de Língua Portuguesa.

Prêmio Multishow 2015

Em Setembro também participou da entrega do Prêmio, homenagendo os 50 anos de carreira Caetano Veloso e Gilberto Gil.

Estréia da Turnê Solo

Ana Carolina deu início aos shows de seu novo projeto “Solo”, passando por Fortaleza e Natal. No novo trabalho, ela retoma os tempos de Voz e Violão, tendo, no palco, somente a companhia de Mikael Mutti em seus eletrônicos e teclado. Um show muito desejado por seus admiradores de longa data, onde a artista mescla seu próprio trabalho com canções de outros grandes ídolos (como Chico Buarque, Djavan, João Bosco, Caetano Veloso, Lupicínio Rodrigues, entre outros).

Grammy Latino e Prêmio DMX

Ana dá mais um show internacional, ao participar da premiação do Grammy Latino. Ora dividindo o palco com Seu Jorge cantando “A distância”, em homenagem à Roberto Carlos – Personalidade do ano de 2015, ora apresentando a entrega de prêmios.

Fechando novembro com chave de ouro, Ana Carolina participou da Premiação DMX cantando “Travessia” (Solo)  e”Maria Maria” (ao lado da Vanessa da Matta, Pe. Fabio de Melo e Daniel) de Milton Nascimento.

Dorflex Music Experiment

Concluindo 2015, Ana Carolina e lança 4 novas canções, de uma só vez, junto com um novo videoclipe, no projeto Dorflex Music Experiment .

Ainda ao longo de 2015, Ana Carolina emplacou mais cinco sucessos em novelas Globais: “Luz Acesa” (Flor do Caribe), “Combustível” (Amor à Vida), “Esperta” (Babilônia), “Coisas” (I Love Paraisópolis) e “Coração Selvagem” (A Regra do Jogo), tornando-se, assim, uma das recordistas em temas de novela da Rede Globo.

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2014

Lançamento Show #AC

Ana Carolina leva aos palcos de todo o Brasil o #AC, seu novo show, baseado em seu mais recente álbum de inéditas. A concepção do espetáculo é da própria cantora, com direção de Monique Gardenberg, que volta a trabalhar com Ana depois de tê-la dirigido no show “Dois Quartos” e nos DVDs “Estampado” e “9 + 1”.
A turnê #AC apresentou-se em diversos Estados do Brasil, além de ter marcado presença em Angola e Portugal.
#AC, o show, conta com inserções de vídeos que tiveram a edição e direção da cantora e filmagens de Monique Gardenberg, especialmente criados para o espetáculo. Para o tango eletrônico “Mais forte”, por exemplo, Monique trouxe da Argentina uma dupla de renomados dançarinos de tango, Ollantay Rojas e Lisandro Eberle, e uma filmagem da dupla passa nos telões do show.
A sonoridade também ganhou nova roupagem, com diversas interferências de beats, samplers, scratchs e vinhetas, além de instrumentos tecnológicos. O set list mistura canções de #AC com versões novas de antigos sucessos de todas as fases dos 15 anos de carreira de Ana. Além disso, o novo show conta com três novidades: “Fire”, de Bruce Springsteen; uma versão bem humorada para “Periguete”, de MC Papo, como mashup com “Você não vale nada”, hit de Calcinha Preta, composto por Dorgival Dantas; e uma nova versão de “Coração Selvagem” de Belchior.
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Novela “Em Família”

Novela de Manoel Carlos, Em Família, contou com a voz da artista Ana Carolina interpretando “Eu Sei que vou te amar”, de Tom Jobim e Vinícius de Moraes.
Com isso Ana emplaca 26 canções em trilhas sonoras de novelas da Rede Globo.
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Lançamento de Clipes

No sensual “Libido” – lançado no mês de Janeiro – Ana Carolina aparece com seu já tradicional pretinho básico em meio a homens e mulheres que se abraçam e se tocam num “beijaço” banhado a purpurina.
“Essa música pedia exatamente “Libido”, que é exercida por pessoas. Inicialmente eu ia somente filmar partes do corpo de alguns homens e mulheres, depois essa ideia me pareceu insuficiente. Então resolvi reunir homens e mulheres (atores/atrizes e modelos) e fizemos um “beijaço”, nada mais simples, nada demais.”

Já o divertido “Pole Dance” – Lançado em Dezembro – conta com a participação de dezenas de convidados: Ana Maria Braga e Louro José, Zeca Camargo, Adriana Esteves, Letícia Lima, Sidney Magal, Tatá Werneck, Fábio Porchat, Tiago Abravanel, Paulo Gustavo, Helena Ranaldi,Gaby Amarantos, Carlinhos Brown, Fiuk, Marcelo Serrado, Samanta Schmutz, Alessandra Maestrini,Fiorella Mattheis, Bianca Rinaldi, Gustavo Mendes, Jean Wyllys, Ana Lima, Cacau Protásio, Lan Lan,Rodrigo Pitta, Edu Krieger e Flávio Renegado. Além dos amigos, o vídeo também registra uma participação mais que especial: dona Aparecida de Souza, mãe da cantora.Segundo Ana Carolina, a ideia era fazer um “clipe leve e divertido, como a música sugere, deixando de lado o apelo sensual do pole dance, que hoje também é visto como instrumento fitness”. Para isso, Ana organizou uma festa com amigos em casa e resolveu registrar a interação das pessoas com o pole dance. O resultado foi tão bom, que a cantora decidiu convidar outras estrelas e estender as filmagens a um estúdio e até mesmo às ruas.
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Gravação DVD #AC

Gravação DVD #AC em São Paulo. Artista fez show no Citibank Hall, no dia 25 de outubro, onde apresentou as canções de seu último CD de inéditas, além de sucessos, que integrarão o repertório de seu sétimo DVD

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2013

A tradução do tempo da artista

Em ponto de fervura, #AC expõe a diversidade da música de Ana Carolina em disco de tons e assuntos contemporâneos que concilia scratches e Chico Buarque

“Uma parte de mim
pesa, pondera.
Outra parte delira.

Uma parte de mim
é permanente.
Outra parte
se sabe de repente.”

(Traduzir-se, Ferreira Gullar)

Talvez nem os versos do poeta sejam suficientes para traduzir a diversidade da música de Ana Carolina, uma das artistas mais completas e populares do Brasil, cantora e compositora que, em 14 anos de carreira, já contabiliza 22 músicas em trilhas sonoras de novela e dois milhões de seguidores no Facebook. Caracterizado por essa diversidade, o sexto álbum de inéditas da artista, #AC, vai ser lançado em junho pelo selo da cantora, Armazém, com distribuição da Sony Music, simultaneamente com a turnê norte-americana que a cantora vai fazer por sete cidades dos EUA um ano após ter gravado com Tony Bennett a canção The very thought of you.

 

#AC é disco que aponta em uma direção pop, com uma mistura quente e explosiva como o refrão de Combustível (Ana Carolina e Edu Krieger) – a balada que já virou hit instantâneo e que turbina cenas da novela Amor à vida – e como Libido* (Ana Carolina e Edu Krieger), faixa direcionada para as pistas e impregnada de vocais sensuais (feitos pela própria Ana). Libido exemplifica o ponto de fervura que mantém elevada a temperatura de #AC. (*Libido estará presente  apenas na versão física do álbum que chega às lojas em junho)

Conectado com o seu tempo, #AC expõe uma multiplicidade conceitual que concilia desde scratches do DJ Cia – um dos mais hábeis do Brasil na arte do scratch – aos vocais de Chico Buarque de Holanda, convidado ilustre do samba Resposta da Rita (Ana Carolina e Edu Krieger).

Disco de tons e assuntos contemporâneos, que conecta Ana Carolina com temas atuais como as facilidades e atribulações do iPhone, #AC foi pilotado por Alê Siqueira – um dos mais requisitados produtores da atualidade – e pela própria artista com mix renovador de percussões (as de Leonardo Reis e Marcos Suzano), programações (pilotadas por time que inclui Mikael Mutti, o renomado DJ Cia, Alê Siqueira e a própria Ana Carolina) e scratches. Não há bateria. É um disco de groove e contrastes pautado tanto pela parte de Ana que experimenta e ousa, como na parceria com Guinga em tema, Leveza de valsa, produzida e escrita por Ana com precisão buarquiana, como pela parte que é permanentemente fluente no domínio do idioma pop. É quando a cantora e compositora fala a língua do povo em músicas como Poledance (Ana Carolina e Edu Krieger), faixa de #AC que perfila a garota de programa que “Sabe entreter / Tem troco pra cem / Bota pra ferver / Não troca o nome de ninguém” com metais em brasa arranjados pelo mago Lincoln Olivetti.

#AC bota pra ferver e traz em sua mistura 12 músicas inéditas selecionadas entre as cerca de 50 compostas por Ana Carolina ao longo dos últimos anos. Com a autoridade de quem coleciona grandes sucessos, a maioria na sua voz grave e quente, outros nas vozes de cantoras como Maria Bethânia (Pra rua me levar, 2001) e Mart’nália (Cabide, 2005), Ana Carolina conhece a força de um refrão – e há vários que grudarão nos corações e mentes de seu público, diversificado como sua obra – e de um gancho melódico que capture a atenção do ouvinte.

A tarimba de compositora versátil salta aos ouvidos ao longo de #AC, cuja temperatura elevada contrasta com a atmosfera cool do álbum anterior de Ana Carolina, N9ve (2009), trabalho de climas e vocais amenos. Contudo, a presença recorrente de Alê Siqueira na coprodução e a busca do requinte harmônico na formatação de composições de teor popular são heranças de N9ve.

O mix de sons orgânicos – representados sobretudo pelas percussões de Leonardo Reis e Marcos Suzano e pelas guitarras de Pedro Baby – com batidas eletrônicas dá o tom contemporâneo do disco. Em Esperta (Ana Carolina, Chiara Civello e Edu Krieger), faixa que se conecta a Poledance e a Libido, todas alocadas no início do disco, as programações foram pilotadas a oito mãos por Alê Siqueira, Chiara Civello (a cantora e compositora italiana com quem Ana Carolina firmou parceria em Nove), DJ Cia e Mikael Mutti (baiano arretado que vem se destacando nesse universo eletrônico). Em Esperta, Ana Carolina joga na pista a dança das paixões. “Sei do inferno que eu criei / Na sua vida / Por isso é que você me quer / Então vai ter que me encarar”, avisa a cantora no refrão ganchudo.

Já em evidência nas rádios, na novela das nove e na internet, Combustível é uma das cinco faixas de #AC que têm Edu Krieger – carioca que despontou em 2006 como um dos mais talentosos compositores de sua geração – como parceiro de Ana Carolina, sedimentando conexão, que já rendeu músicas como o samba Pra tomar três, lançado no show Ensaio de cores (2010). É, na definição de Ana, uma parceria “viva”, na qual ambos criam letra e música juntos, sem regras e sem delimitação de funções. No caso de Combustível, a intenção foi fazer uma música acessível e inflamável, de comunicação imediata, sem cair na simplicidade harmônica. Resultado da evolução natural da compositora, passagens dissonantes na primeira parte da música orgulham Ana Carolina de conseguir conectar dois mundos musicais habitualmente distantes.

Em essência, #AC é disco de conexões. Por isso, o hashtag (#) – símbolo virtual que aponta palavras-chave no diálogo sucinto do Twitter – do título do CD soa natural. #AC é um disco do presente que eventualmente também se liga sem saudosismo ao passado. Tal link é exemplificado no samba Resposta da Rita, composto por Ana e Krieger em alusão a um dos primeiros sambas de Chico Buarque, A Rita, composto em 1965 e lançado pelo autor em gravação de 1966 usada por Ana como música incidental. A ideia da resposta foi de Maria Bethânia. No samba de 2012, Ana entra na pele da Rita – a que teria levado o sorriso e o assunto do personagem do samba de Chico – para dar a sua versão dos fatos após ter ficado calada por quase 50 anos. “Não levei o seu sorriso / Porque sempre tive o meu / Se você não tem assunto / A culpada não sou eu”, argumenta Rita, retrucando versos como “A Rita levou meu sorriso / No sorriso dela, meu assunto”.

O detalhe luxuoso é que Ana / Rita apresenta sua resposta na presença ilustre de Chico Buarque, que canta os versos de seu samba original numa região vocal mais grave para se ajustar ao tom da faixa. Primeiro ouve-se em #AC somente a Resposta da Rita. Depois, a resposta é intercalada com os versos de Chico. Detalhe: a harmonia do samba de Ana é a mesma do samba de Chico, capricho e orgulho da compositora.

O link presente-passado é bisado em Pelo iPhone, faixa que ilustra a tendência de Ana Carolina de abordar assuntos atuais em #AC. A faixa, que insere células rítmicas do samba nas programações de Alê Siqueira e Mikael Mutti, alude já no título a Pelo telefone (Donga e Mauro de Almeida), tema de 1917 que é tido como o marco inaugural do samba. Pelo iPhone é parceria de Ana com o amigo Antonio Villeroy, autor de seu primeiro sucesso, Garganta, e compositor sempre presente em seus discos. Pelo iPhone bate na tecla e trata com humor dos torpedos perigosos que podem denunciar traições e abalar relações.“Por mais que eu delete o seu nome / Mesmo assim você não some, não some, não some”, dizem versos queixosos da letra.

Outra canção quente de #AC, Mais forte (Ana Carolina, Chiara Civello e Bungaro), é canção passional que ganha a moldura de um tango – em arranjo que remete à arquitetura de Dez minutos, sucesso do CD N9ve – e que apresenta mais um refrão forte do cancioneiro de Ana Carolina entre versos inflamados como “Eu rasgo os tecidos que lavam meus sonhos / Eu ando enxergando por trás dos meus olhos”. Coautor de Mais forte, Bungaro – para quem não liga o nome a sua música – é cantor e compositor italiano que está em cena desde 1988, bastante conhecido em seu país natal.

Além de Bungaro, #AC inclui outros novos nomes entre os parceiros de Ana Carolina. Bang bang 2 – música turbinada com arranjo que simula na introdução o clima de um faroeste ­– é parceria de Ana com Rodrigo Pitta, cantor, compositor e diretor teatral de São Paulo. No tiroteio entre programações, percussões e guitarras (curiosamente tocadas por Liminha enquanto Ana Carolina assume o baixo elétrico), Bang bang 2 representa bem #AC por ser convite à dança, à festa, à celebração da vida. “Essa noite eu quero dançar / Essa noite eu vou derreter / E quem sabe até encontrar / Alguém melhor que você”, diz o refrão caloroso.

Canção pra ti inaugura a parceria de Ana Carolina com Moreno Veloso e Carlos Rennó. A extensa letra lista ícones de diversas formas de arte para tentar dimensionar a paixão que move a personagem da música a compor uma canção para o ser amado. Uma canção que “(…) Fique no Youtube e se remixe / E passe como tudo, mas se fixe”. Paixão e vontade que, aliás, movem Ana Carolina como compositora na criação de obra que perpetue e seja regravada no futuro.

Sem se desviar de seu trilho de sucesso, Ana Carolina tem feito canções que não aceitam rótulos ou seguem fórmulas estabelecidas. #AC registra para a posteridade uma delas, Un sueño bajo el agua, parceria com Chiara Civello, produzida pelas cantoras com Alê Siqueira. Un sueño nasceu da despretensiosa vontade da artista de ter uma música que traduzisse as imagens de vídeo subaquático que havia filmado e editado, já que atualmente é movida pela sua nova paixão de dirigir seus próprios clipes. Com sua inusitada linha melódica e com verso cantado em intencional portunhol, Un sueño bajo el agua chegou ao topo das paradas de uma rádio carioca, sinalizando que a assinatura de Ana Carolina numa canção experimental já é, por si só, uma grife, um passaporte para o sucesso. Uma proeza para uma canção de versos também inusitados como “Alter ego Google prazo / Rio culpa copa afago / O Daime download, uma inundação / Um café uma fé digital / Gestos acrílicos Moma Mdma / Ipanema foi mal”.

Apresentada como faixa-bônus por destoar do conceito pop musical do disco (assim como a balada Luz acesa, já em rotação na trilha sonora da novela Flor do Caribe), Leveza de valsa – primeira parceria de Ana Carolina com o compositor e violonista carioca Guinga, feita originalmente para a trilha sonora do filme Meu país (2010) – também gerou clipe filmado sob a direção da cantora e participação do músico. Feita especialmente para o disco, a gravação ouvida em #AC é inédita e ostenta cordas arranjadas pela própria Ana Carolina, produtora da faixa. O virtuoso violão de nylon tocado por Guinga está na alma do tema, em sintonia com o violão de Ana. E, como a cantora tem enfatizado ao falar da música, é necessário conhecimento pleno do instrumento para estar em perfeita harmonia e equilíbrio em uma parceria com o Guinga. “O violão e suas infinitas possibilidades é o elo que nos uniu, que nos aproxima”, ressalta a artista.

Com seus grooves, seus violões, suas programações e seus versos inflamados, #AC traduz a diversa alma musical de Ana Carolina. Impregnado de atualidade, #AC é, em última instância, a tradução do tempo de Ana Carolina.

                                                                 Mauro Ferreira

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2012

Ana Carolina grava dueto com Tony Bennett em Nova York

Dona de uma das vozes mais poderosas e adoradas da MPB, Ana Carolina (37) por pouco não perdeu a fala, justamente diante de um microfone. Mas o nervosismo era mais que compreensível. Afinal, a cantora mineira estava em plena Nova York, no estúdio mais respeitado da cidade e prestes a gravar uma canção com ninguém menos que Tony Bennett (86), ícone da música internacional. “Não dormi direito na noite anterior, não comi quase nada de dia. Quem não sonha em cantar com ele? É um cara que tem história, é o grande intérprete das músicas românticas americanas. Mas, ao mesmo tempo que ele, o artista, causou toda essa minha apreensão, Tony, o indivíduo carinhoso e sensível, me acalmou”, desabafou ela, que já arrebatou aplausos em parcerias com Seu Jorge (42), John Legend(33) e Gilberto Gil (70), dentre outras feras.

O encontro foi na semana passada, no Avatar Studios, o predileto de astros como Madonna (54), Bruce Springsteen (62) e até do saudoso ex-beatle John Lennon (1940-1980). A brasileira viajou à Big Apple exclusivamente para gravar a canção The Very Thought of You para o novo CD de Bennett, só com duetos com convidados especiais. “Ana é simplesmente magnífica! Foi a primeira vez que eu a ouvi cantar ao vivo e ela me surpreendeu com uma linda performance, cheia de personalidade e amor. Foi uma experiência da qual guardarei ótimas lembranças”, elogiou o mestre. “Os melhores artistas que conheci são também os que ficavam mais nervosos antes de subir no palco. Sinatra era assim, ficava no backstage passando a mão no estômago e repetindo: ‘Tomara que dê certo’”, recordou ele, citando o amigo Frank Sinatra (1915-1998). “Ainda sinto frio na barriga e fico feliz com isso, quer dizer que me preocupo com o público”, acrescentou o mago dos standards.

Com 13 anos de carreira, dez CDs e incontáveis sucessos como Nada Pra Mim e Garganta — ela é a cantora brasileira com o maior número de músicas em trilhas sonoras de novelas, 20 ao todo —, Ana Carolina confessou viver fase de transformação e redescobrimento. “Quero fazer um intercâmbio de fronteiras, abrir novos caminhos, especialmente neste tempo em que a tecnologia deixou o mundo inteiro tão próximo. O bom de envelhecer é a experiência que vem com os anos. Hoje, sei dosar razão e emoção. Parece que a vida me presenteou com algumas coisas no momento certo, agora me sinto segura e preparada”, ponderou a também compositora, arranjadora, produtora e multi-instrumentista.

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Ana Carolina recebe Alejandro Sanz em sua casa para gravação de clipe

A canção “Irrepetível”, novo single do último álbum do cantor espanhol Alejandro Sanz ganhou esta semana um vídeo-clipe, gravado na casa da cantora Ana Carolina, que divide os vocais da música com o cantor. A canção faz parte do novo álbum de Sanz, “La Música No Se Toca”, lançado em todo o mundo em setembro, e ganhou letra também em português, composta pela própria Ana Carolina.

As versões em português e espanhol da canção foram gravadas em diferentes momentos e países, e Ana Carolina e Alejandro Sanz ainda não se conheciam – o encontro reuniu pela primeira vez o superstar espanhol, que já vendeu mais de 21 milhões de discos em todo o mundo, e uma das mais populares cantoras brasileiras. Juntos pela primeira vez, os dois conversaram de música à futebol, tocaram piano e jogaram totô, além de gravarem o vídeo clipe em dois momentos: no estúdio pessoal da cantora e na varanda da casa de Ana, com vista para dois dos principais cartões postais do Rio de Janeiro

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2010

Ana Carolina e convidadas apresentam o show “Ensaio de Cores”

 

Em julho de 2010, a cantora e compositora Ana Carolina estreou o projeto “Ensaio de cores”, misturando sua música com a apresentação, em primeira mão, de telas pintadas por ela. Além de sucessos e canções inéditas, o show trouxe algumas surpresas, como interpretações de músicas de outros compositores, todas em um formato acústico, intimista e com o acompanhamento de uma banda de mulheres especiais.

O projeto “Ensaio de cores” nasceu de uma grande paixão de Ana Carolina pela pintura. “A pintura se instalou fortemente em mim em meados de 2002, pouco antes do lançamento de Estampado, um álbum tão emocionalmente conturbado, que cheguei ao ponto de criar uma tela para cada canção. Para aliviar a sensação aflitiva do registro das canções em estúdio, eu pintava para ver aquelas canções que só ouvia. De lá pra cá não parei mais”, conta Ana Carolina. “A pintura elimina involuntariamente os limites que conheço e que invento para a música. Não estou em busca somente da beleza, quero, sobretudo, a comunicabilidade visual”, explica.

Além do show inédito, em “Ensaio em cores”, as telas da cantora estarão expostas nos “foyers” das casas onde o show será apresentado. E o projeto irá beneficiar também uma entidade que a cantora, diabética desde os 16 anos, apoia há três anos. Parte do valor arrecadado com a venda das telas pelo site do projeto, será revertida para a Associação de Diabetes Juvenil (ADJ), entidade sem fins lucrativos, baseada em São Paulo e que se dedica a promover a educação em diabetes.
“Ensaio em Cores” tem no piano, Délia Fischer, uma das instrumentistas mais renomadas no Brasil, já tendo se apresentado em festivais de Jazz na Suíça, França e Alemanha. Recentemente, Délia ganhou o prêmio Shell de arranjadora com o belíssimo espetáculo Beatles no céu de diamantes. No violoncello, Gretel Paganini, que com apenas 28 anos, já é reconhecidamente, a nova revelação da música erudita. Na percussão e bateria, Lanlan, instrumentista arrojada, que já tocou com Marisa Monte e Cássia Eller e atualmente é integrante do grupo Moinho da Bahia.

Premiação:

Prêmio Multishow – Melhor Cantora – 2010

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2009

Ana Carolina comemora dez anos de carreira com novo show

 

O sucesso tem sido uma marca constante em seu trabalho, desde o lançamento de seu álbum de estreia ‘Ana Carolina’, em 1999.Desde então, tornou uma das maiores vendedoras de discos do Brasil e campeã de execuções nas rádios, interpretando suas próprias canções, ou na voz de intrépretes como Maria Bethânia, Gal Costa, Zizi Possi , Martinália,Paula Lima e muitos outros. Para celebrar esta década tão profícua, Ana lançou o CD ‘N9ve, em julho,e agora estreia o show homônimo, no próximo dia 13 de novembro, no Credicard Hall, com direção e cenografia de Bia Lessa e direção musical de Alê Siqueira.

A produção do espetáculo ganhou todo o cuidado exigido pela data festiva. No palco, gruas, carrinhos, trilhos e rebatedores ajudam a criar uma atmosfera cinematográfica, com direito a uma série de efeitos cênicos criados por Bia. ‘O show tem também um clima urbano, que reflete o que acontece na noite das grandes cidades’, analisa a diretora. Para traduzir visualmente esta ideia, ela contou com a ajuda da iluminação de Pedro Farkas.

Personagem principal e co-roteirista deste set, Ana selecionou para o show canções de diversos momentos dos últimos dez anos: dos sucessos iniciais ‘A Canção Tocou na Hora Errada’ e ‘Nada pra Mim’ ao repertório completo do recém-lançado ‘N9ve’, que inclui a parceria entre a cantora , seu parceiro mais constante Antônio Villeroy e o americano John Legend em ‘Entreolhares’.

‘Além das apresentar as inéditas, tive vontade de reler meu trabalho de uma forma diferente neste show e apresentar não somente as canções mais conhecidas, mas também canções que são especiais prá mim’, explica a cantora, que vai relembrar ‘O Avesso dos Ponteiros’, do primeiro disco, e ‘Que se Danem os Nós’, do segundo (‘Ana Rita Joana Iracema Carolina’, de 2001). Sem preocupação cronológica, o roteiro não decepciona os fãs que esperam ouvir os sucessos, mas é cheio de surpresas.

Totalmente reformulada, a nova banda que acompanhará Ana traz Marcelo Costa,na bateria, Leonardo Reis na percussão, Danilo Andrade nos teclados,André Rodrigues no Baixo, Dirceu Leite nos sopros, Yura Ranevsky no cello e Pedro Baby nos violões e guitarras.

Estruturado em pequenos blocos, o roteiro passa por diversas facetas da intérprete. ‘O show mostra a Ana roqueira, dramática, bem humorada, sambista, e romântica’, define Bia Lessa, que também brinca com a ambigüidade da cantora em cena. Assinado por Sonia Soares, o figurino realça o lado feminino de Ana Carolina,mas com muitos elementos masculino .

Entre as surpresas, também está a inclusão de músicas nunca antes cantadas por Ana, como ‘Bom Dia’ (Swami Jr), que ela acrescentou ao roteiro depois de interpretá-la em um dueto com Zizi Possi e Odeio de Caetano Veloso, com uma pegada forte de rock n’roll. A bem-humorada ‘Essa Mulher’, de Arnaldo Antunes, casou com o espírito despojado do show, assim como o bloco de sambas, que mistura o sucesso ‘Ela é bamba’ com ‘Não Quero Saber Mais Dela’, do repertório do Fundo de Quintal e Torpedo, parceria de Ana Carolina com Mombaça e que ganhou letra de Gilberto Gil. Depois de São Paulo, ‘N9ve’ segue em turnê pelo Brasil, assim como o show anterior de Ana, ‘Dois Quartos’, que em dois anos, alcançou a incrível marca de 1 milhão de espectadores.

Premiações:

Disco de Platina – CD Multishow Ao Vivo Ana Carolina Dois Quartos

Disco de Ouro – CD N9ve

Disco de Platina – CD Ana Carolina

Disco de Platina – CD Estampado

Disco de Platina Duplo – CD Estampado

A Artista - 2009

2008

Em abril de 2008, Ana Carolina estreia seu selo “Armazém”, lançando o CD/DVD Multishow Ao Vivo Ana Carolina Dois Quartos.

PREMIAÇÕES

Prêmio “Tudo de Bom” 2008: Melhor Som
Prêmio Multishow 2008: Melhor Show
DVD de Ouro por “Multishow Ao Vivo Ana Carolina Dois Quartos” em 2008
DVD de Platina por “Multishow Ao Vivo Ana Carolina Dois Quartos” em 2008
DVD de Platina Duplo por “Multishow Ao Vivo Ana Carolina Dois Quartos” em 2008
CD de Ouro por “Multishow Ao Vivo Ana Carolina Dois Quartos” em 2008

A Artista - 2008

2007

Estreia da Turnê Dois Quartos no Grande Teatro do Palácio das Artes (Belo Horizonte – MG).

Indicação da canção “Rosas”, composta por Antônio Villeroy, como Melhor Música para o Grammy Latino.

PREMIAÇÕES

DVD de Diamante por “Ana e Jorge – ao vivo” em 2007
CD de Platina Duplo por “Ana e Jorge – ao vivo” em 2007
CD de Platina “Dois Quartos” em 2007
Prêmio Multishow 2007: Melhor Cantora

Melhores do Ano Domingão do Faustão – Melhor Música de novela (carvão)

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2006

Maria Bethânia grava a belíssima “Eu que não sei quase nada do mar”, parceria de Ana Carolina e Jorge Vercilo.

Mart’nália estoura nas rádios com a música “Cabide”, outro sucesso de Ana Carolina.

Luiza Possi lança o cd “Escuta”, cujo titulo é a música composta por Ana Carolina.

Lançamento do cd duplo: Dois Quartos – o trabalho mais autoral de Ana Carolina. Além de assinar a composição de 23 das 24 dos álbuns, Ana Carolina também responde pela produção, ao lado de Guto Graça Mello, Afo Verde, Nilo Romero, Dunga e Marcelo Sussekind.

Indicação para o Grammy Latino de Melhor disco de Musica Popular Brasileira pelo cd “Ana e Jorge”.

PREMIAÇÕES

Prêmio Multishow 2006: Melhor Cantora

Troféu Imprensa – Melhor Cantora

Prêmio Multishow 2006 – Melhor CD (Ana&Jorge)

Prêmio Toshiba – Melhor CD (Ana&Jorge)

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2005

Convite de Seu Jorge para uma parceria em duas apresentações no projeto Tom Acústico, em São Paulo.

Lançamento do CD e DVD Ana & Jorge, resultado da gravação ao vivo das apresentações do Tom Acústico.

Ana & Jorge transforma-se no maior fenômeno de vendas e execuções de 2005, com a música “É isso aí”.

Ana Carolina é capa de algumas das mais importantes publicações do Brasil.

Superação da marca dos 1.000.000 de discos vendidos: primeiro lugar em vendas e execuções no país.

PREMIAÇÕES

DVD de Ouro por “UM Instante Que Não Pára” em 2005
DVD de Platina por “Estampado” em 2005
DVD de Platina por “UM Instante Que Não Pára” em 2005

CD de Platina por “Ana e Jorge – ao vivo” em 2005
DVD de Platina por “Ana e Jorge – ao vivo” em 2005
CD de Platina por “Perfil – Ana Carolina” em 2005
CD de Platina Duplo por “Perfil – Ana Carolina” em 2005
CD de Diamante por “Perfil – Ana Carolina” em 2005

DVD de Ouro por “Estampado” em 2005

A Artista - 2005

2003/2004

Lançamento do terceiro disco: Estampado

Estreia da turnê Estampado com a direção de Kike Dias.

Novas e muitas parcerias: Chico César, Seu Jorge, Celso Fonseca e Vitor Ramil.

Lançamento do primeiro DVD: Estampado, com direção de Mari Stockler e com a participação especialíssima de Chico Buarque, João Bosco e Maria Bethânia, além dos amigos Antônio Villeroy, Seu Jorge, Chico César, Elisa Lucinda e o DJ Zé Pedro.

Apresentações em Portugal e nos EUA: Miami, Boston e Newark.

Lançamento do segundo DVD: Estampado – Um Instante que Não Para, dirigido por Monique Gardenberg e gravado ao vivo no Claro Hall (Rio de Janeiro) com a presença um público superior a 9.000 pessoas

PREMIAÇÕES

Troféu Imprensa: Melhor Cantora 2003
CD de Ouro por “Estampado” em 2004
DVD de Ouro por “Estampado” em 2004

A Artista - 2003-2004

2001/2002

Lançamento do segundo disco: Ana Rita Joana Iracema Carolina.

Destaque para o grande “hit” das rádios brasileiras de 2001: “Quem de nós dois” – a música mais executada no Brasil: mais de 3.000 execuções.

Participação no songbook dos ídolos Chico Buarque e João Bosco.

Composição e interpretação das músicas “Velas e Vento” e “Margem da Pele” para o filme de Sandra Werneck, Amores Possíveis.

Apresentações na França e em Portugal.

PREMIAÇÕES

CD de Ouro por “Ana Rita Joana Iracema e Carolina”
CD de Platina por “Ana Rita Joana Iracema e Carolina”
Troféu Imprensa: Melhor Cantora 2001
Melhores do ano Domingão do Faustão: Melhor Cantora de 2001
Melhores do ano Domingão do Faustão: Melhor Música de 2001 – “Quem de nós dois”
Academia Brasileira de Letras – Prêmio Austregésilo de Athayde: Melhor cantora de 2001
Prêmio TIM da Música Brasileira – Melhor Cantora de 2001
1º Prêmio Caras de Música – Voto Popular: Melhor Cantora 2002

2001

O Começo

Apresentações nos bares de Juiz de Fora e nas cidades da região serrana, interpretando grandes ídolos como Chico Buarque.

Apresentações no Mistura Fina, no Rio de Janeiro, com repertório próprio, violão e timbres inconfundíveis. Luciana, filha de Vinícius de Moraes, se encanta com Ana Carolina e lhe pede uma fita demo, A partir daí, foram apenas 15 dias até a assinatura de seu primeiro contrato fonográfico, com a BMG.

Como resultado do contrato com a BMG, lançamento do disco “Ana Carolina”: sucesso de público e crítica. Show no Bataclan (França), na mesma noite que Jorge Benjor.

Participação no Festival de Música Brasileira em Sanahy (Sul da França). Indicação para o Grammy Latino de Melhor Disco Contemporâneo pelo disco “Ana Carolina”.

PREMIAÇÕES

CD de Ouro por “Ana Carolina” em 2000
Prêmio Multishow 2000 – Revelação

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